28 outubro 2013

11º Capítulo − Fuck you, Demetria! ✓



− Simplesmente, não vai. Chegamos agora. Demi, vamos logo despachar o assunto dos sapatos! − Dianna deixou todos a olharem para elas, porque teriam elas tanta pressa?
− Mãe, enlouqueceu de vez? – Demetria sorriu para os que as encaravam e puxou Dianna para si.
− Cala-te, Demetria. Mais tarde, vais-me agradecer.
– Agradecer-lhe porquê? Por que me vou casar com uma pessoa que eu odeio? E que me vai dar uns saltos altos, se bem que não tenho jeito para andar com eles?
– Demetria! – Dianna repreendeu a filha. − Eu sei que não te ajeitas a andar, por isso eu mandei guardar uns All Stars brancos.
– Oh, obrigada, mãe! – Demetria agradeceu, mas parte de si ainda estava triste e desiludida. − Obrigada por tentares ajudar, apesar de me forçares a casar.
− Chega, está bem? – Demetria rolou os olhos. − Vamos antes que eles pensem, que estamos a planear uma fuga. – Dianna sorriu para a filha, primeira vez em anos, fez-lhe um carinho no braço, desta vez Demetria retribuiu. Demetria e Dianna saíram, porém não viram ninguém, foram até à costureira para terem a certeza que ela tinha aceitado costurar o vestido.
– Bom dia! – Mãe e filha disseram.
– Ainda bem que apareceu, menina! Vamos experimentar o seu vestido? Mas calma que ele ainda não está pronto, é só a primeira prova. – Mercedes virou-se para pegar o vestido e deu-o a Demetria.
− Então? Como ficou? É melhor eu desistir disto e comprar um a sério, não? – Demetria saiu do provador e deu uma voltinha.
– Estás… linda! – Dianna tentava encontrar palavras para Demetria. Não tinha dado conta que a sua filha tinha crescido.
– Vocês estão a troçar, certo? − Um sorriso rasgou-se no rosto de Demetria. – Quando o podemos vir buscar?
− Quinta-feira, pode ser? – Mercedes pegou na sua agenda e guiou-se com o seu lápis até encontrar um espaço vazio.
– Perfeito! O casamento é na sexta-feira. − O seu sorriso desfez-se rapidamente. − Muito obrigada, Sr.ª Mercedes.
− Não precisa agradecer, menina. Desculpe-me pelo desentendido. – Mercedes abraçou Demetria, Dianna despediu-se e saíram da loja em silêncio.
– Já fizemos tudo e eles estão a chegar, podemos ir?
− Vocês podem ir andando, mas nós, nós ainda vamos ficar. – Dianna empurrou Demetria e Joseph para fora do shopping com um sorriso cínico.
− A tua mãe é demasiado muito stressada. – Joseph impedia que o gelo se formasse.
– Nisso tenho que concordar contigo e ainda não viste nada. Vamos? – Demetria falava normalmente com ele, sem frieza.
– Claro! E a tua irmã?
− Temos que a ir buscar. − O telemóvel/ celular de Demetria começou a tocar.
Sim? Quem… − Demetria não reconheceu o número, porém atendeu da mesma maneira.
Fuck you, Demetria! Menina, que caralhos aconteceu? – Selena, conseguiu reconhecer só pelo tom e sotaque que ela tinha quando discutido ao telemóvel/ celular.
− Calma! Se quiseres saber, passa lá em casa..
– Para de sacanagem! E…− Demetria desligou exatamente na cara da Selena enquanto ela discutia, ela iria ficar puta quando desse conta.
– Era...? – Joseph mantinha os olhos atentos na estrada e tentar não ouvir a conversa, mas ele não era surdo.
– Selena a gritar nos meus tímpanos. – Demetria guardava o seu telemóvel/ celular na mala.
– Ela já ponderou curar-se? – Os dois riram. Instalou-se uma vez mais um silêncio entre os dois, uma trajetória de carro até à escola, silenciosa, mas não uma trajetória silenciosa incomodativa, parecia que tinham conquistando um pouco de amizade. – Vais lá ou queres que vá eu?
– É melhor eu ir. − Demetria desceu do carro e aguardou que Madison saísse pelo portão.
– Olá, pessoas lindas! Como vai a “Missão Casamento Fake”? – Madison sentou-se no meio do banco de trás inclinando-se o máximo possível.
– Como foi a escola? – Demetria e Joseph perguntaram tentando desviar o assunto do dia, melhor, da semana.
− Não desviem o assunto. Sim, correu bem.
– Vai bem a missão impossível. Falando em coisas sérias, a Selena como estava?
− Ela foi quem mais me alegrou hoje. – Madison desfez-se em risos. − Tudo começou quando cheguei lá sem a tua companhia e a Selena começou com o ataque de curiosidade dela. Quando ela estava prestes a acalmar chegou o Trace e o Nick, e que por sinal já sabiam de tudo e daí a Selena ficou enervada por ser a única a não saber nada. Mas como ela é pior que qualquer criança, ela andou encima deles até telefonar-te.
– E parece que ela não mudou nada nesses dois anos! – Demetria começou a rir.
Tuesday, 06:26 P.M. De La Garza’s House, Texas
– Alguém poderá atender a maldita da campainha? – Dianna gritou de qualquer um dos cómodos opostos à cozinha.
− Eu vou! – Demetria respondeu num grito descendo as escadas.
− Olá, minha querida Demetria. Que bom ver-te... E agora chega dessa palhaçada e conta logo tudo. – Selena começou pela sua personalidade calma e depois fez-se convidada. Demetria foi arrastada por Selena para o seu próprio quarto.
− Ponto 01…

Continue…
Agora sim compreendo porque alguns dos autores de fic’s diziam sempre "Está uma bosta mas comentem", eu acho que me estou a descobrir ainda mais, eu acho que sou Perfeccionista e

2 comentários:

  1. Kkkkkkkk it's okay. This isn't a stuff! ( isso n é uma bosta/merda/bagulho) ta perfeito!!!

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